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"Meu espírito dorme em algum lugar frio até que você o encontre e o leve de volta pra casa"
domingo, 3 de janeiro de 2016

O Lamento de Aryane P. 02


Sem Alma, lembranças ou domínio próprio...

Hoje posso contar a vocês, como foi aquele pedaço, escuro e confuso da minha vida, eu não era senhora de mim e nem das minhas ações, isso ocorreu logo que “despertei” sob o julgo do LK, daquela época me recordo de gritos, medo, sangue e dor, mas não era apenas a minha dor, mas sim dos inocentes que eu tirava a vida, e aquela Voz, que ressoa dentro da minha cabeça até hoje, luto com todas as forças para bloqueá-la, mas em alguns momentos ela ressurge numa lembrança terrível e dolorida, a fúria me consumia de uma forma monstruosa, não importava quantos inocentes seria dizimado, eu era do exercito do LK e faria tudo que o meu Senhor mandasse e servia lealmente, numa matança sem fim, não me lembro ao certo quantos fiz sofrer, mas sei que foram muitos, muito sangue escorreu pela canção de ninar, Dario estava La dele eu recordo dos treinamentos, ensinamentos diversos dos lacaios bruxos dele devolvendo uma” subvida” aos corpos que chegavam em carroças trazidos pelos carniçais, os que ”voltavam” com alguma consciência aquelas criaturas nojentas o devoravam, não era algo bonito de se ver, mas eu estava num estado de total demência então para mim tanto fazia quem vivia e quem morria.

Eu era apenas uma criatura dispensável como com Dario dizia, não reclamava, não debatíamos, e muito menos questionávamos as ordens, estávamos ali apenas para servir a Ele.
Em minha nova condição de “vida”, pouco ligava pra para cheiro e aparência, na verdade, isso não me fazia diferença, recebemos instruções de Lord Thorval de como não apodrecer, eram dicas simples e fáceis, ali em Áquerus a Fortaleza de Ébano, aprendemos que em nosso estado não precisávamos comer, dormir, beber água, coisas simples que realizávamos em vida, no nosso cotidiano, não me recordo meu cheiro, mas minha armadura sim havia sempre sangue derramado nela...

Mas La no fundo, eu sabia que havia algo errado, às vezes me pegava observando as Val’kyr, batendo suas asas negras ou translúcidas, e La dentro da minha cabeça perturbada a fúria se revoltava e remexia-se como uma serpente dando voltas e mais voltas, apenas não entendia, minha alma mesmo subjugada sabia que eu lutará contra aquilo um dia, e agora os servia, tudo em mim era ódio e dor e com isso eu ficava mais presa aquele circulo de matar e exterminar quem se atrevesse ficar no caminho do Arthas, a canção de ninar, agora possuía um brilho azul congelado... Vaguei por vários instrutores, mas Lady Alistra me impressionava pela força e indiferença com qualquer tipo de existência a Mestra Profanadora era a morte em forma de peste e doenças, fui designada para os discípulos do gelo, mas nada me impediu de treinar e aprender com a Mestre Profana e o Mestre de Sangue, o treinamento que recebíamos era mais um reaprender a viver, em morte vida, mas nada que fosse comparado aos Renegados a Rainha Bansher, éramos mais que escuridão, e por falar nela, segui muitas ordens dela , quando serviu o LK ,os necromantes estavam por toda parte, sacrificando a almas e corrompendo os espíritos sem o menor escrúpulo.

Nem mesmo nossas montarias foram poupadas e quando voltei ao resto do meu Eu verdadeiro, pude reconhecer o Granny, meu fiel alazão, em anos não chorava e o fiz, por que eu sabia que a condenação dele havia vindo pelas minhas mãos, sem saber ou não se havia morrido em cumprimento do meu destino estava resignada a ser uma Cavaleira da Morte, já sem as coleiras do LK, mas reconhecer o meu cavalo naquela condição de morte vida, me fez romper em lagrimas... Após muito tempo, algo de vivo brotava em mim.

O Lamento de Aryane 1ª Parte


1ª Parte

Nome: Aryäne  Noriniel

Idade: Indefinida (Não lembro ao certo quando nasci,mas sei que não  vivi  muito...)

Raça: Elfo Sangrento

Classe:Death Knight

Local de nascimento: Quel'Thalas

Aparência:Aryane a primeira vista, é apenas mais  uma elfa sangrenta, de estatura pequena e frágil para quem não a viu  ainda em batalha,sua  pele tomou a coloração branco azulada do  rigor morts, realçam seus olhos luminosos num tom levemente  azul que se tornam o único ponto vivo em seu rosto pálido, possui o nariz ligeiramente arrebitado e pequeno, mãos de dedos longos e finos, a boca é pequena, arredondada,arroxeada,seus cabelos antes  vermelhos como fogo, ficaram brancos como a neve.

Cheiro:Talvez o cheiro de morte e menta qual se habituou em vida  a mascar e manteve  na morte vida.

Voz:Grave e rouca, devido o pouco uso,das cordas vocais, após  sua queda Aryane,tornou-se mais quieta que o normal.

 Mão Ambi destra,aprendida durante os anos de treinamento.

Trajes: Sempre usando seus trajes negros e as armaduras de placas.

Traços característicos:o brilho azulado em seus olhos  e os brincos e pirciengs pelas orelhas ..

Possessões valiosas: A jovem cuida com esmero e carinho do seu elmo , confeccionado na forma de uma fina coroa de energia presente deixado por sua mãe, com quem convivera muito pouco.

Hobbies: Seu grande tempo é coleciona historias antigas, Aryane adora ler e criar contos...

Animais de estimação: Tempestade, seu corcel.

Pontos fortes: A grande habilidade, com as armas e o domínio  do gelo.

Pontos fracos: Não consegue se relacionar com muitas pessoas, sentindo-se intimidada,irritada e  arrogante , procura fechar-se para não deixar que nada lhe machuque ou lhe aborreça,mas seu maior ponto fraco em vida era o  frio, o que se habituou após a morte.

Peculiaridades: Perdeu a Habilidade de sorrir e  de suas gargalhadas espontâneas ,jeito maroto e jocoso de falar,sempre com uma brincadeira bem humorada tornando-se fria como gelo, calada e observadora.

Parentes:  Pai e mãe – mortos em batalha.

 Aliados relevantes
Em sua jornada encontrou grandes amigos
Neyzzin um DK por qual se apaixonou, em vida  e o seguiu  na morte


 Inimigos relevantes:   Aliança em geral  o Flagelo .



Lembranças

Não lembro ao certo quando nasci,mas sei que não  vivi  muito,mas em Flashes de memória ainda lembro da glória vermelha e dourada, da minha cidade, de minha mãe e meu pai,sentados, discutindo coisas sobre mana e magia...
Das tardes ensolaradas, talvez essa seja a imagem mais nítida que tenho na mente, os dois sentados ao por do sol, em altas discussões que  acabavam em  risos,momentos que  passava com meu Noivo treinando e rindo,adorava o sorriso maroto dele e as piadas bobas,nos conhecemos desde crianças e o relacionamento foi se formando enquanto crescíamos..



Sempre fomos um do outro,mas nosso relacionamento tomou ares de compromisso assim que nos formamos e ganhamos nossas armaduras, após a cerimônia ele me levou até uma encosta, banhada pelo mar e sob  o por do sol  ficamos noivos de fato, já com pensamentos em nosso casamento.


Foram dias memoráveis, hoje quando fecho os olhos ainda posso ouvir a voz dele, La no fundo do meu ser, a voz de verdade, não que  ouvi muito tempo depois,  quando tive o despertar, como chamamos eu senti  a mãos dele em minha face.

Naquela época nos dávamos aos luxo de ter mimos e sermos apenas adolescentes, com mil idéias e projetos na cabeça, dizíamos,que  conquistaríamos todo mundo de Azeroth, que casaríamos e tendo muitos efinhos,e que cada

um teria um nome significativo como o meu, pois Aryane , significa : “a mais santa”, “a mais casta”, “santíssima” ou “puríssima”., coisas de minha  Mãe,  que estudava  muito em Dalaran,alta maga do Kirin Tor, e meu pai um Sacer, totalmente voltado para a cura, e de inicio ambos torciam por uma arcanista ou curandeira dentro de casa, mas minhas aptidões, foram todas físicas, talvez com um pouco mais de empenho meu eu teria sido  tomada pela Luz completamente mas não posso reclamar, sempre fui treinada como Guerreira voltada para as armas  desde que meu Dom fluiu, e o meu Noivo tivemos o mesmo  mestre que  comandava os exércitos reais de proteção da cidade de Quel’thalas, nada era fácil, nada aprendíamos de primeira, era um praticar, praticar praticar e com aprendi que praticar leva a perfeição aprendi a empunhar espadas, escudos e todos os tipos de armas e sinceramente eu gostava do meu oficio,não era  do grupo de Ranger dos Correventos, muito destacados e famosos na época,mas fazíamos nossa parte.


Vi que era meu momento, quando Neyzzin caiu,e nada pude fazer,explosões, aracnídeos, criaturas asquerosas, seres apodrecidos, devorando e matando a todos , a voz do Arthas  no meio da guerra e um pensamento em comum, meu amor, havia perecido, no gume da gélido Lamento, e a fúria explodiu dentro de mim atacando e dizimando quantos poderia minha cabeça girava, e a cura recebida já não surtia mais efeito em mim,todo guerreiro e paladino sabe  quando a Luz para de tranqüilizar seu espírito o fim esta muito próximo e o meu já estava tomando conta  de minha mente, ainda não me recordo de como  foi por que tudo  me é tão distante hoje,tão confuso e sem nexo, parece que estar  sob o julgo do Lich king  me turvou as idéias,me recordo de ter medo de envelhecer e depois morrer  sem ter cumprido meu destino.

Estranhamente comecei a sorrir ahhhh sim eu ainda sorria, o Flagelo, tomava conta de tudo e todos e não tardou a chegar aos portões de Quel’ thalas, a patrulheira Correventos, já havia destruído a ponte o que atrasou consideravelmente   a invasão do LK,mas todos sabiam que ele não iria parar e no meio daquela loucura toda, muitos caíram inclusive a Correventos das flechas mágicas e nosso esquadrão todo sucumbiu e com eles, perdi minha breve vida..., tudo era pura dor e escuridão,não sei relatar como foi, apenas me arrastei até as ruínas de uma construção e ali me reencostei a espera do meu   fim e tudo foi tão singelo que  apaguei como a chama de uma vela.


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Preguiça =(

Tenho tantas coisas pra passar pro papel,é pro papel é que ainda sou uma "escritora" das antigas só consigo criar em plano físico e depois digito no Pc,( com 200 k) de preguiça,mas digito,preciso de um programa que  digite por voz assim a preguiça diminui =)
quinta-feira, 23 de abril de 2015

Filhos da Noite

Dentro de mim queima aquela fúria, como uma brasa ardente, latente, por mais que me alimente que cace, nunca estou saciada, nada aplaca essa dor, esse sentimento de derrota, ainda posso ouvir os gritos de medo, dor e desespero dos meus, atacados sem piedade durante o dia, sim ao sabor do calor do sol, e mesmo que muitos de nos, andemos sob a luz, não é sem custos, ou perigos, eu mesmo caminho com cautela e temo sempre que meus olhos da cor das esmeraldas brilhem demais ou meus lábios vermelhos chamem atenção  dos humanos, mas mesmo assim faço, numa caçada sem fim, por aqueles que destruíram meu Clã sem piedade e isso foi há anos atrás, eu ainda era uma cria jovem com a impetuosidade dos mais recém nascidos, a falta de cabeça e coragem em demasia.
Ainda acordo, assustada pela madrugada, ouvindo os lamentos dos que queimaram a minha frente, sempre tive orgulho de nascer sangue puro, criada direitamente de uma das crias de um anti-diluviano, tendo certas regalias que nunca me aproveitei delas, tive os mesmo ensinamentos de carniçais comuns, e não sentindo vergonha disso, creio que sem eles eu não saberia me portar como uma verdadeira humana, simulando suas reações físicas, e reais como o calor do corpo, respiração e outros.
Fecho os olhos e as imagens vêm a minha mente tirando-me o sonho, não que eu precise dormir, mas eu gosto desta atividade, só durmo mesmo quando ferida ai o sono e reparador e depois que me alimento é extremante necessário, pois fico lenta e languida como se estivesse bêbada, e seria uma presa fácil por ai, então é onde me protejo e esqueço  :as dores, as lágrimas, a tristeza.
Respiro fundo, tentando  esquecer, daquele dia,não sei dizer se já estavam nos procurando há muito tempo mas  o Clã foi invadido pouco antes do anoitecer  numa fúria que nunca , fui retirada do meu leito (um caixão), pelos cabelos e despertei  ,rosnando,brigando e atacando,mas nada daquilo serviu,pois encontrava-me  em campo aberto,os invasores pegaram alguns de nos e os levaram para o campo atrás do Clã e abriram  as tampas deixando o sol invadir a principio me ergui aos gritos assustada e confusa, tudo iluminado demais, a luz  queimava, ardia,mas iria demorar pra morrer,sendo um sangue puros,alguns de nos simplesmente foram incinerados, ficaram la em combustão,olhei em volta tomada de dor, e confusa e avistei a entrada do covil, sem pensar duas vezes escapuli rumando para uma suposta segurança que deveria haver La dentro, e foi com horror que ouvi já na porta  os gritos  e outros sons  da minha família sendo incinerada
Mas onde estaria o meu companheiro ? Não o vira nas caixas ao sol,apenas os Anciões , gritando e caindo pela relva uns explodido ,entrei apesar  do medo, tinha de achá-lo, o cheiro de sangue, chegou as minhas narinas, me invadindo toda, o aroma doce do néctar vermelho dos  humanos e outros de minha raça, tive de parar e centrar minha cabeça ,não  deixar os impulsos do frenesi  me tomarem...
Todo meu ser queria me banhar naquele sangue, e com cuidado cruzei os corredores até ao salão principal,alguns estavam la sendo despedaçados por armas de brilhantes,não consegui controlar a raiva eu impulso e salteii sobre eles, matando quantos consegui,parei de medir minhas ações e soltei a besta  dentro de mim , queria  vê-los  despedaçados, mortos até não restar nenhum, de repente algo me arremeteu  ao chão,cai tonta e confusa, arquejando.
A dor tomou conta de mim eles haviam quebrado todas as janelas e vidraças do velho casarão que ocultava a entrada do covil e a luz entrou nos pegando de surpresa, eu já estavam fraca e debilitada, agora ferida, seria morta facilmente, mas  mãos fortes me ergueram com cuidado do chão e reconheci meu igual o abracei apertado, mas a dor era tão intensa que não conseguia mover nada, nem um músculo, ele arrancou uma flecha do meu peito eu nem tinha visto, que aquilo viera voando em minha direção...
-xiuuuuuu, não se debata, esta ferida. Disse baixinho ao meu ouvido....
Lágrimas desceram pela minha face, minha cabeça rodava, eu só sabia que estávamos correndo no escuro devido às correntes de ar fresco que chegavam.
-Vamos por aqui, logo abaixo temos o rio...
Um dos anciões, disse baixinho, abri os olhos e vi no escuro, sua face estava completamente banhada em sangue e seus olhos negros de fúria, até que paramos, no fim do túnel, e som de armas de fogo ecoavam pela caverna.
O Ancião arrancou a grade de proteção,deixando o espaço aberto para saltarmos.
- Eles estão chegando... Disse o vampiro mais velho desembainhando suas espadas de ritual - Daqui não passaram. Sem Tom foi mortal.
-Não Pode deixá-los passar, não ha muito que fazer..., algumas crias e outros anciões conseguiram saltar no rio já foram, mas se não os determos será o fim de nossa linhagem...
-Sim eu sei por isso ficarem, se for para deixar de existir não será como um simples, animal alvejado e ferido e sim como um guerreiro...
 Ele me colocou de pé, afastando os cabelos do meu rosto, fitando-me dentro dos olhos – Você vai embora, me ouviu...
Lágrimas desceram pela minha face... sacudi a cabeça que não- Não.... Não posso te deixar...
-Você vai embora, deve achar as crias, são jovens e alguns dos anciões não vão resistir aos ferimentos... Eles podem ficar sozinhos...
-Não posso seguir assim... Não me faça seguir sem vc,
O sangue descia pelo meu rosto pingando no ombro, ele sorriu e o lambeu
-Nossa jamais vou esquecer esse gosto que você tem, tão doce, tão puro e selvagem...
Luzes chagaram ate nos e gritos juntos, o ancião urrou abrindo os braços fazendo suas espadas brilharem, de forma implacável avançou.
Meu companheiro tomou meus lábios num beijo quente e apaixonado, misturando seu sangue ao meu, e sorriu :

-Vai meu amor, na outra vida estaremos juntos. Eu amo Você

Não me lembro de muita coisa apenas que cai como uma pedra no meio de águas geladas e escuras...

Continua




Andarta a cidade da Deusa Sombria



  Há muito e muito tempo uma Deusa guerreira fez seu olha cair sobre uma pequena terra perdida no tempo, aquele lugar estava ali há gerações , as pessoas iam e vinham , levavam uma vida simples trabalhando uns na terra, uns em outros fazerem, sua localização era perfeita para que criaturas diversas fizessem ali sua morada e assim foi feito com o passar dos anos aquele pequeno vilarejo se tornou uma bela cidade, e o olhar da Deusa sempre caia ali observando seus habitantes.
 Até numa intensa curiosidade a invencível como era chamada decidiu experimentar     o que aquelas simples criaturas sentiam e como uma bela jovem caiu n na cidade, e passou a conviver com todos, num infindável aprendizado.
 Tudo despertava sua atenção e curiosidade, mesmo sendo de uma deusa escura e ceifadora, invocada apenas nos momentos de extrema necessidade, pois ela exigia sacrifícios de sangue humano, considerado o mais potente substrato mágico. Ela controlava os fios da vida de cada ser humano, do nascimento até a morte, pois a morte era parte inevitável da vida. O seu lado sombrio (da anciã) era amenizado pelos seus atributos de deusa lunar, regente do amor e da fertilidade (como mãe criadora da vida) e regente da caça (na sua face de donzela).
 Ali ela encontrou guerreiros e seguidores valiosos, vendo que aquela terra tinha potencial para ser um grande e imponente império e decidiu que seria sua protegida.
Um longo período de vitorias se abateu sobre a pequena terra, que se tornou invencível como sua protetora, até que num solstício de inverno a morte chegou, um exercito inimigo invadiu dizimando seus moradores, para a ira da Deusa, que ergueu sua espada para proteção de seus seguidores.
 Foi com espanto que viram a bela jovem que vivia pela cidade, sem nenhuma referencia tomar a Divindade de Deusa sombria, imediatamente um exercito se levantou dizimando os invasores, todos seguiam sob o comando de ANDARTA.
  E Assim foi feito, e naquela data a pequena cidade sem nome se tornou Andarta a cidade da Deusa Sombria, e quando o perigo ronda novamente sua existência a Deusa ergue sua espada, reúne seu exército e parte para batalha, sem medo, pois a vitoria esta ao seu lado.

 Continua...

 


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Ravnos Valley

Há séculos existe uma lenda de que quando esse mundo foi criado um belo lugar fora esquecido pelos Deuses sendo coberto pelo véu do tempo parando numa época, de grandes guerras   e duelos  por  soberania.
Mas longas eras se passaram e o vale envolto em brumas,  finalmente  estava sendo habitado novamente , por um pequeno grupo que  permanecia em  uma  antiga batalha  travada entre o bem eo mal , decidindo  entre si  que  ali seria um bom lugar para ter seu rebanho e sua fonte de alimentos  e assim  se instalaram.
 O Vale começou a ser habitado, e a prosperar  e  seus senhores já não precisavam  se afastar de casa para terem  alimento, ali mesmo caçavam,  e viviam tranquilamente  mas começou a gerar, terror pelas ruas da cidade.
Pois seus habitantes  sumiam de forma misteriosa ao cair da noite, nos primeiros anos ninguém ,  tinha estranhando mas  depois comeram a perceber  que em noites se lua e  brumas altas as pessoas sumiam muitas vezes em sua própria casa, sob  ou sobre suas camas.
O que começou gerar  medo e   caçadas noturnas, mas sem   bons frutos , assim  a vida continuava no belo vale  onde  a terra dos campos verdes e do céu anil, está muito além das brumas do tempo e da ilusão, onde mais uma vez, renasce de forma sutil ,nas águas cristalinas da fonte sagrada do coração.
Até queesse rumor  dos sumiços  são levados a um velho inimigo  dos Senhores daquela terra,  que reunindo seus discípulos veem que é hora  de  recomeçar  a antiga  caçada e numa noite, banhada pelo véu prateado  da lua cheia , um navio encalha nos bancos de corais, com o  enorme barulho ,  o ancião  desperta  de seu sono  sentando –se na cama, será que já estava na terra  onde os habitantes desapareciam sem  vestígio ? Um longo suspiro ele exala e levanta seu corpo cansado pegandoseu cajado, com passos lentos vai   até o convés, sentindo  a brisa fresca no seu rosto, muito tempo se passou desdá da ultima  batalha, mas enquanto   aquelas criaturas estivessem  sobre a terra com suas não  vidas  ele teria um  árduo combate  mas dentro de si  sabe  que está chegando sua hora.
Caminhaa passos lentos até a cabine e aproxima-se da enorme mesa de madeira e olha carta náutica  com um lugar assinalado no papel  gasto pelo tempo, comparando com as coordenadas  da bussola estava na  terra misteriosa.
Suspirousabendo que estava para recomeçar   uma caçada antiga  e necessária  mas muitos não  continuariam vivos para   seguir  em frente,  saindo da cabine  encaminha-se para  a proa  parando  ali na amurada  e  olhando em volta observando a bela ilha,sim aqui será um bom lugar... para  eles  se instalarem e espalharem  sua maldição, sem que ninguém percebesse o que ocorria  e  usando sua aguçada intuição sentiu que não havia perigo, naquele momento, aproveitaria  os sol nascente para   se instalarem  num ponto  discreto do valei e começar sua jornada.
Essa seria sua ultima missão, sentindo alguém perto,  e mesmo sem olha para   o lado sabe que é seu jovem discípulo, sorri ao  observar  seu olhar curioso, j á foi assim um dia, silenciosamente, vai em direção as cordas e soltando   a prancha do barco e a desce para então  pousar seus pés  descalços em terra firme  tinha que ver de perto a ilha, sentir sua essência  seu discípulo o acompanha, sem falar nada ...
O ancião parou ,abaixando-se  e pegou um punhado de  terra ,sentindo  tudo que havia naquele lugar de  bom e ruim .
-Mestre é aqui ? Pergunta o jovem caçador baixinho.
-Simé aqui.
O ancião por um momento parou:
-Sim estamos em RAVNOS VALLEY.
-Então senhor aqui começa a nossa batalha?
- Não começa meu filho mas recomeça, acorde a todos vamos enquanto é dia!
Assim foi feito o grupo de se instalou no lado oposto da  ilha, longe das dependências dos Ravnos sanguinários e  cruéis ,sabendo que logo seriam percebidos ali e recomeçaria  a grande batalha.
O grupo dos Hunters chegara ali para defender seus habitantes, e não sairiam  até todos os  Vampiros estivessem extintos.
Mas o velho ancião sabia que para seguirem  em segurança com sua  empreitada, teria de ter um grande sacrifício para   proteger seus  discípulos, pudessem  atuar  sem  nunca deixarem de existir  naquele vale
E na noite que estavam comemorando sua chegada  com uma grande  busca pelos  sanguinários Vampiros ele toma a decisão e  indo  em direção a floresta, só seu discípulo notou seu afastamento, foi atrás do seu mestre.
- Não!!!você fica aqui, tem muito trabalho para fazer no Clã.
Ele não tentou retrucar, sabia o que estava para acontecer.
- Eu o verei de novo?
- Sim, sempre, eu estarei aqui, meu espirito sempre estará com vocês.
E assim foi feito o ancião da sua vida a grande Mãe Terra para que ela traga  criaturas que ajudem aos seus discípulos.
Surgindo em 
Ravnos Valley seres que agiriam   em prol a proteção desta bela terra.
Dizem que em noites de lua cheia ou se alguma coisa está para acontecer, o espirito do Ancião aparece na floresta, ninguém sabe ao  certo quem era ele, nem seu verdadeiro nome.

ESSE É O GRANDE MISTÉRIO DE RAVNOS VALLEY

Existe um ditado no Sabá segundo o qual “pode ser melhor fazer um acordo com o próprio demônio do que barganhar com um Ravnos”. Você nunca vai se sair bem com nenhum dos dois.
sábado, 20 de setembro de 2014

O Despertar


Quanto tempo estivera em sono profundo? Não sabia dizer, mas Lucy Darkfury virá que já era chegada a hora de sair do seu repouso, há muito tempo fechar-se-á para a humanidade devido a varias circunstancias e acontecimentos, mexericos, aborrecimentos e as piores traições... já havia vivido bastante para ter de se aporrinhar com pessoas baixas e pequenas ,então deu-se o direito de recolher-se e dormir o fim da sua eternidade,simplesmente assim ,alimentar-se e deitará em seu caixão , protegida de tudo e todos e ficará em sono profundo, não sabia dizer ao certo se fora dias anos, meses ou décadas, só permitir-se ficar ali quieta.

Sons e lembranças sempre estiveram presentes em seu sono, ora profundo, ora leve nem mesmo a fome lhe incomodava, até que num lampejo de lembranças, seu coração morto apertará de saudades de um único lugar apenas, mas de conhecidos amigos queridos e cheiros... Principalmente do lugar, sim ele lhe era querido demais, tranquilo e seguro.

E esse lampejo a despertou querendo intensamente rever seu lugar e ergueu-se de seu sono que até então seria eterno, iria voltar para sua casa.

Na primeira noite sairá para caçar, pois não sabia como seria sua viagem e espantou-se com o que vira:
O mundo estava estranho e muito mudado, mas será que tudo estava diferente?

Alimentar-se não fora difícil, pois o rebanho (como chamava os humanos) continuava o mesmo e mais tolo ainda, baixando sempre a guarda e não atendendo ao instinto de sobrevivência ao ver uma caçadora apenas, viam o que desejavam ver: uma fêmea atraente fingindo fragilidade.
Então após alimentar-se organizou sua longa viagem, mandando uma carniçal na frente para averiguar como estava aquele lugar. mas as noticias não foram animadoras ,ele também havia mudado,mesmo assim decidirá seguir viagem.

E foi com imensa alegria que conseguiria atravessar o véu e ver com seus próprios olhos rasos de lagrimas de sangue, que sim ele estava mudado, mas fora uma mudança para melhor, suas lagrimas correram livres pela face, ao descobrir muitos dos seus amigos de eras passadas estavam ali, protegidos, nos seus refugis seguindo suas vidas, os Anciões a receberam, com carinho, e as amizade de antes na verdade nada havia mudado sua carniçal não conseguia entender isso, mesmo sabendo que uma caçadora das sombras estava de volta.

Após as apresentações e reapresentações, Lucy fora até o refugio dos caçadores e conhecera o novo príncipe rendendo-lhe as devidas homenagens, fora bem acolhida ali e o próprio príncipe lhe explicara as mudanças ocorridas.

Mas Lucy darkfury sabia que o lar é onde seu coração esta e certamente o seu encontrava ali em enraizado, enterrado profundamente.

Ah sim quem sou eu? A própria Lucy que lhes conta seu retorno
ao seu castelo agora situado numa Parte da França, mas seu Refugio era ali, uma caçadora das sombras, sim uma vampira, Camarilla ontem, hoje e sempre seguidora da máscara.

E sempre foi meu lar, meu refugio, mesmo que ande e passeie pelo mundo todo uma hora você saberá que terá de voltar para casa.


Malkavian



A Bela  Britânia  durante  uma primavera.

Momentos de Lucidez ...

Eu queria me lembrar de tudo quando eu era humana, mas aos poucos isso foi apagando e sumindo,da minha memória , me lembro de uma bela primavera  na  Britânia (sei que o Nome  agora  é outro),onde nos vestíamos com tecidos finos e resistente  eu usava em meus cabelos vermelhos uma bela tiara louro e flores  e os olhos verdes, já me faziam ser notada, acho que foi uma das ultimas datas que fiquei ao sol, que senti aquele calor gostoso em minha pele, hummmm sim eu lembro do sol e como se parece quando me alimento, quente e iluminado, acho que foi nesta época que recebi o abraço, dávamos festas em nosso castelo e eu observava os  soldados do meu Pai o Imperador ,de longe sempre muito tímida e arisca, mas um deles me chamava muito atenção, o Belo General estrategista  do reino, de olhos cor de prata, ainda guardo seu nome com carinho só para mim, eu achava a luz nos olhos dele completamente espetacular, e nesta mesma data eu comecei a entender e me acostumar com as minhas vozes,(sempre ouvi vozes desde pequenina),todas as festas  derivavam  de  uma vitória do exercito do meu pai sobre os saxões ,ele vinha e ficava a olhar-me , todo meu ser vibrava mas nunca......ousei chegar perto dele, até que ele me enviou flores e me pediu em compromisso aos meus pais, como fiquei feliz naquela data...
Adorava  ser cortejada pelo general, quando ele chegava das campanhas  junto com meu pai e nem  o fato dele só batalhar a noite  era notado pois traçava  estratégias perfeitas que conduziam a vitória, era um homem  altamente estimado por meu pai.
Sem contar que seu tamanho e seu corpo  forte me encantavam, com aquele andar felino e suave , o  maravilhoso sorriso sedutor.

Eu simplesmente quis ser o par dele e muitos foram os momentos de paixão ,amor e luxuria, eu aceitei a escolha que me ofereceu, por três vezes perguntou se eu queria ser como ele e dele e por três vezes eu aceitei e me entreguei de corpo alma e felicidade ...

Ficamos juntos por anos e anos, ele  era um guerreiro sem igual, mas após  a morte dos meus  pais, meus irmãos abdicaram ao trono e ficamos muitas datas no poder e eu adorava batalhar ao lado dele éramos perfeitos no amor e na guerra  e devido nossa condição não humana tivemos de desaparecer durante um  incêndio do castelo e partir  para uma nova vida e fizemos isso muitas e muitas vezes  até que num momento eu o perdi, caçados e coagidos, com medo de sofrer e me ver ser ferida ele se entregou a morte ,para que eu seguisse, pelas trevas, não tive escolha, mesmo chorando e sofrendo eu parti, tive de deixa-lo, jamais tinha visto o medo nos olhos dele e naquela noite eu vi, pois já estava para amanhecer, meu amado , me fez passar pelas grades do poço onde nos prenderam e me fez prometer que iria embora sem olhar para trás, fiz com dor e tristeza, trocamos varias juras de amor e até hoje  sinto seu toque suave em minha face ,ouço a sua risada e sinto seu perfume.

Depois daquela data nunca mais consegui controlar as "Vozes" e aos poucos a minha sanidade foi evaporando-se, deixando -me absorta em meu próprio mundo distorcido e confuso.

A Saudade sempre estará em mim, diria minha alma, mas ainda tenho duvidas se vampiros tem alma.
É certo que a saudade fica , mas como uma criatura da noite não pude me dar o luxo ou o descuido de chorar muito tempo ,tive de partir, e recomeçar, num outro lugar com outro nome e identidade, tive muitos romances ,mas aquele do meu passado ficou lá no fundo da minha existência,  a dor me consumiu de uma forma  que preferi  voltar  para casa, mas estive muito tempo  fora e o que eu achei foram  os meus  entes queridos  em seus  túmulos então tomei uma decisão , me recolhendo ao jazigo de minha família  humana, entrando num estado de topor, me afastei de tudo e todos, para renascer  agora  no século XX, no ano  1940...
Mas logo vieram guerras (descobri que os humanos gostam de guerras pois sempre estão atrás de uma nova contenta com seus semelhantes...)
A princípio  me senti meio perdida mas  no  nosso mundo tudo é fácil de organizar e  a minha herança de família  voltou as minhas mãos  mas não como  filha legitima de  um Imperador da Britânia e sim como uma descendente muito longínqua  ,mas isso não me incomoda, acho divertido me dizerem como sou  terrivelmente parecida com a jovem ruiva das pinturas de séculos atrás... as vezes fico tentada a  dizer  que sou eu  só pra ver o espanto nos semblantes mas  isso sempre me causa problemas depois ... e termina em refeições ,não acho justo dizerem que os vampiros são criaturas frias e pálidas, eu ainda conservo o tom dourado da minha pele, o tom de rubi sangue nos cabelos e nos lábios, como também o rosado da face ,apenas o que mudou foi o brilho dos meus olhos que tomaram uma tonalidade intensa de verde esmeralda e quando estou faminta ficam mais envolventes e sedutores, particularmente eu já não fico mais com pena quando caço, de primeiro eu me sentia horrível mas depois de tanto tempo já me divirto, e para mim humanos se tornaram realmente um rebanho.... de criaturas, indolentes ,cruéis e irracionais ,pôs sempre fico a observar e digo de uma ponta de poder a um deles e veremos um novo Hitler, ou coisa bem pior, ah segunda guerra, quase fui eliminada umas duas vezes, por trabalhar lado a lado com eles, mas me divertia como eles não entendiam que eu passava por ínfimos buracos e outras travessuras que eu aprontava, mas algo eu tenho de admitir, eles tem algo que me fazem admirar profundamente a espécie , os humanos ou “comida” como os chamo vulgarmente ,sabem lutar pela vida, quando mordo e sinto a vida fluir deles, observo como eles tentam manter a vida e dizemos que isso é manter sua alma, pois sempre paro antes e vejo o brilho sumindo dos olhos , algo escapa daquele ser é como mágica, ainda não tenho bem como explicar o que sinto naquele momento, mas para mim é uma libertação , uma explosão de vida e não morte como muitos acham e isso me deixa fascinada um dia eu aprendo o que é só sei que é simplesmente magnífico e nos vampiros não possuímos isso pôs já vi irmãos morrendo e nada como aquelas luzes erguendo-se no ar e explodindo.....

Depois que você vive alguns anos a mais como vampiro, observa que vivemos numa eterna caçada, e não são muitos que sobrevivem a ela....
Ninguém nunca suspeita de quanto e como somos perigosos, mas Tb quem nos conquista sabe que terá um eterno amante apaixonado, um defensor acima de qualquer lei pois somos eternos além da vida e da morte.
Conheci  a Grande Camarilla e me uni  a Ela descobrindo  que os  meus irmãos sobreviveram ao tempo como eu fiz , cada um encontrou a vida eterna de uma forma diferente e isso foi ótimo, pois não  me  sinto mais tão só...
 E durante  um momento de lucidez minha, adotei  uma  adolescente  do nobre clã dos Nosferatus, temos muito em comum e mesmo com momentos de pura demência  ela é a única que protejo de forma ciumenta.

Meu encontro com o grande Clã Malkaviano me faz, ser um pouco diferente dos outros irmãos de raça, tendo as minhas próprias escolhas e predileções e deixamos a incerteza que todos tem:

Os Malkavianos são mesmo Dementes ou são Sábios?

Não sei mas já quebrei o espelho há anos atrás.


Esta sou eu  a Lucy Darkfury.

A Fianna



Minha mãe era  uma humana  pura  que se perdeu de amores  por um Lupino ,não me lembro dos meus pais, pois  pelo que me contam , meu  pai morreu em batalha e minha mãe  perdeu a vida  durante  meu parto,pouco posso  dizer sobre isso,apenas que hoje  fico feliz  dela ter tanto amor   por mim  e ter me dado  a luz, fui levada  para  uma cidade  ao norte da França  ,em alguns  momentos  eu percebia o cheiro do medo  nas outras crianças,e a rejeição, dos adultos que me achavam  estranha e  misteriosa,as vezes sentia aflorar uma fúria, uma  ferocidade que quase ninguém  controlava e eu me  afastava de todos me escondia no  bosque e esperava aquilo passar mas não ficava consciente, após  algum tempo que não posso  dizer precisamente até  hoje  eu voltava  a mim , completamente  exausta e banhada em suor  gelado.
Não posso dizer que sou uma criatura tranquila, tenho sim momentos de muita meiguice  e carinho, mas como todo Fianna temos ,nasci sob  Lua de Galliard, amo festas e batalhas e como  é natural de todo garou da minha tribo tenho paixões avassaladoras, que me entrego com  todo fervor  que corre  em  meu sangue ,mas isso leva tempo e e um árduo trabalho de sedução até conseguir o que desejo,sigo o critério da matilha que um único par por  toda a vida, ainda não achei  mas  não me preocupo com isso  tenho outras  coisas  a me  preocupar .
Sempre fui uma criança  assolada por  sonhos e vontades  diferentes das  outras por volta  dos meus 10  anos   minha  avó  por parte de pai  me encontrou na  casa da minha tia onde vivia, e me    tirou dali sem muito esforço, viajamos ao sul das campinhas da Britânia , para uma tribo regida pelos Fianna, onde passei a viver  com outros  como  eu e com  lupinos e impuros  de primeiro eu tinha medo e achava estranho mas depois me acostei  e passei  ater  amizades  profundas que na  cidade humana eu  jamais consegui ter com criança nenhuma ,desde muito criança eu  sempre  fui voltada para artes, musica e escrita.La  aprendi a lutar e  aqui fazemos isso com a mesma   intensidade que nos apaixonamos, no começo  eu não entendi nada mas  fui aprendendo e  gostando.
Quando ocorreu  a primeira  mutação que chamamos  de Delírios, eu já estava  preparada para isto  e foi quando atingi a maturidade  da mulher,minha  avó  me levou até as campinas  afastadas de tudo e todos, um local sagrado que eu não conhecia o Caer  ,  ali eu  fiquei conhecendo toda  a historia  da  minha tribo e entender o que era mesmo e como era  e quando   ocorreu para mim foi algo  doloroso e amedrontador pois eu fiquei   consciente e aterrorizada, renasci no Augúrio da lua de Galliard  ou a Lua do Dançarino, eu era aquela criatura  muito maior  que um lobo comum,com uma pelagem vermelha como meus cabelos ,com olhos  verdes  e brilhantes,como na forma humana não sei  dizer o quanto corri e uivei  aquela  noite ,descobri  que o canto da minha tribo é o mais belo e melodioso, como as Litanias.
Meu  Ritual de Iniciação  foi uma prova de coragem força  determinação e sobrevivência  onde vários anciões , reunirão os filhotes  para  os testes e aprendemos toda  a litania Garou, por  ser  metade humana  para mim  o teste  foi terrível e doloroso mas sobrevive e  passei com honra e força, não deixando nada a desejar  aos meus irmãos de tribo.


Quando  cruzei aquele limiar da  minha vida foi  completamente  explicada, a minha avó contou tudo sobre mim, e passei  a fazer parte mesmo da tribo adorava  comecei  a   ocupar
meus  dias com jogos  de palavras, canções, bebidas e festas, como todo Fianna e ainda mais  sob o Augúrio  de Galliard, então totalmente apaixonada por  artes.
A fúria contida dentro de mim , nunca some ela apenas se abranda para voltar com o dobro da força e a violência em muitos  momentos eu  volto a razão banhada de sangue exausta  e nesses momentos  eu podia sentir  a fúria da besta e corria  pela  floresta  uivando  até me sentir tonta.
 Passei muito tempo aprendendo a controlar minhas  transformações e todos os Don que  vieram com ela, aprendi que minha  transformação não dependia do aparecer da lua apenas  de mim, e isso  foi  sendo completamente controlado e passei a amar  as festas que tinha na tribo onde eu cantava   as historias antigas.
Até  que minha  pequena  tribo  foi ataca ,  por invasores  vindos das trevas ,  batalhas sangrentas foram travadas, protegemos o nosso Caer com  bravura,mas  muitos pereceram  diante dos graves  ferimentos que   lhe foram causados, a besta dentro de mim estava  viva e descontrolada, e diante de toda aquela matança eu  mais  alguns  nos reunimos  para  uma caçada  aos  algozes de nossas famílias.
E a caçada começou foram dias noites e meses  não  houve descanso e quando nos  confrontamos  com os assassinos de nossa tribo,  uma luta  ainda mais sangrenta  aconteceu e  os dizimamos  sem pena.
Meus irmãos e parentes decidiram voltar para nossa aldeia e reconstrui-  lá ,mas eu tomei outro rumo   queria  conhecer  o  mundo e assim fiz...

Mas  em meu coração jamais deixou de ter espaço para  meus irmão e minha cria que arrumei  algum tempo depois...

Mas isso  já é outra parte de minha existência que conto outro dia .
quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O Hunter e a Elfa

Viagens.


Finalmente  o grupo de caçadores estava,relaxado dando espaço para a  equipe medica  do Comandante  Duran Merlin assumir  entre os mortos e feridos ,bravo guerreiro mas  seu real papel era em salvar a vida dos  seus companheiros de caçadas,usaria seus  poderes de cura e sabedoria para  salvar o Maximo de vidas que pudesse,ganhará essa  missão a os 15 anos quando perderá o pai,num encontro com um monstro disfarçado de humano que  lhe tirara a vida  e a alma , mas o Dom  havia passado pra o filho como uma  marca ,desde então  começa a caçar o mal nos mais ínfimos recantos do mundo tornando-se um Hunter.
Aquela noite  seu   grupo de combatentes havia  emboscado  um grupo de lycans e vampiros  que destruíam   mutuamente,para então  sucumbir nas balas e  espadas dos Huntes ,mas alguns haviam saído feridos dando  espaço para mais trabalho.
Particularmente aquela noite estava   opressiva,o clima pesado ,no QG, discutiam onde estava errado , em que parte a operação tinha sido mal calculada,para terem  feridos era simples chegar destruir  eles limpar o local e sair,mas havia 20  soldados feridos e isso fora imperdoável.
Há horas que o Comandante  trabalhava sem parar,seus olhos  já estavam cansados ,quando  finalmente terminou todos  aqueles curativos , a batalha fora intensa ,mas ele tinha  o Dom e tinha usado bastante.
Tirou as luvas e as jogou no lixo,rumando para os  alojamentos,onde banhou-se e vestiu-se era noite de sexta certamente o bar estaria lotado,iria beber um pouco se divertir e ir para casa,guardou a  45 no coldre e o punhal num  bolso  reservado na bota,pegando as chaves do jippe ,riu consigo mesmo, iria para o maior inferninho da cidade,repleto de monstros e humanos e belas humanas.certamente alguma nova ...
Estacionou o carro e desceu trancando no controle remoto.
-Boa noite Senhor.
Discretamente Duran levou a mão  ao coldre da arma ,mas retirou  ao ver que era um dos seus cadetes ali sorrindo.
 -Boa Noite Rapaz. Desejou indo pro bar.
Já estava na 5  cerveja gelada, quando seus olhos  pousaram numa bela mulher do outro lado do  recinto ,infinitamente bela e sensual,seus cabelos negros e longos, brilhavam balançando na cintura.
Ele levantou e foi  até ela.
-Posso lhe pagar uma bebida?
 -Sim claro.Ela respondeu sorrindo.
Ele fez um movimento com  a mão e a  garçonete trouxe a bebida.
Seus instintos estavam em alerta,mas seu faro para criaturas demoníacas ,não estava  ativo, tudo nela era puramente humano, o perfume, a voz , a textura da pele...
Tranqüilizou-se  ,tirando-a para dançar ,após a bebida.
Estavam a algum tempo trocando beijos e caricias dentro do jippe,quando o celular dele tocou  naquele tom que era  de emergência.
Duran olhou o aparelho  desolado.
-Não atende... Sussurrou ela  ardendo em desejo .
-Preciso...
Ele atendeu .
-Alo Senhor ,perdão  mas precisamos de ti
-Já vou . Desligou.
Olhou para a jovem nua  no banco de trás de seu jipe.
-Merda.Exclamou chutando o pneu do carro.
Voltou para o interior a moça montou sobre o seu colo beijando-o.
-Desculpe mas tenho de ir..
Ela o encarou – Como assim ?
- Simples eu preciso ir ...quer  que eu lhe deixe a onde ?
-Você esta brincando,vai me deixar assim?
-Linda eu também não gostei  de ter de sair assim,mas preciso ir,onde vc quer  que eu lhe deixe.
-Não precisa ,eu cretino.
Desceu do carro  irada.
-Isso não vai  ficar assim senhor Duran !
Ele nem mesmo,respondeu,dando a partida no carro .Mas o que deu errado aquela noite ?!

 Ao fazer a curva a bela mulher estava lá parada, Duran  tentou desviar o carro, que derrapou na pista e   capotou  3 vezes , seu  ultimo movimento  foi o de olhar seu relógio de pulso , eram 5: 39 da manha de sábado...

O  Comandante  Duran ergueu-se da relva maneando o cabeça dolorida,onde estava  o seu carro?
Olhou envolta  estava perdido ,num lugar estranho e nem mesmo sabia como havia chago ali, pegou o celular  sem sinal, o radio de emergência não funcionava ,nada nem a bússola do relógio parado.
Ficou mais tranqüilo ao perceber que estava  com o punhal na bota a pistola e uma adaga na cintura,nem mesmo dela lembrava,mas sua pergunta era onde estava ?!
Não conhecia aquele lugar,pelo menos estava inteiro,já que tinham roubado seu jipe,limpou a roupa e começou  uma longa caminhada.
Após horas sem rumo,parou  no meio de uma cidade, perdida na era medieval,seu instinto a todo momento disparava  teria de  controlar-se ou ficaria louco,bem se haviam monstros ali haviam  Hunters  também,era só buscar a Base deles .
Não houve  dificuldades  nesta parte ,para o Comandante  medico Duran Merlin , logo lhe explicaram que  aquela cidade  estava na época medieval ainda ...
 Muitos poucos  souberam de sua historia ,e aos poucos ele foi se acostumando ali, mas o que lhe aborrecia imensamente  era a falta de sua tecnologia .
Certo  dia,estava  numa incursão  pela floresta ,quando se viu só,havia se perdido da sua guarnição.
Seus instintos,se aguçaram, já os mantinha sob controle,então havia alguma criatura   por perto,o  curandeiro como lhe chamavam agora desembainhou suas duas Katanas ,ficando em alerta,rapidamente a outra presença,, aproximou-se sem fazer o mínimo barulho e  e num movimento,rápido e  e seguro, atacou a pequena figura de manto comprido e capuz, saltou esquivando-se, e gritou:
-Calma , sou de paz! Soou uma voz feminina.
- Quem é você ?! Diga!
-Calma,não vou atacar você pare de gritar... preciso de ajuda.
-Tire o capuz!
-Não!
-Anda Tire Logo!!!
-Não vou tirar, vamos  ficar nisso a noite toda  e aqui pode ser mais perigoso,para você que  para mim.
-Não confio em você monstro.
- Oh!!! Que abuso,não sou um monstro ,obrigada por nada,e tomará que você  seja comido.
Ele rui cinicamente  -Podem até tentar mas o azar é certo...
-Ta bom moço.Gemeu baixinho de dor.
-Vamos ver o que você tem...
-Eu me feri fugindo de um dragão...
-Lagartos malditos,olha já esta tarde, podemos acender uma fogueira e esperar clarear...
Mesmo desconfiada o ajudou a catar alguma lenha .
-Posso acender ?Pediu a jovem
-Você ainda não tirou o seu manto.
Ela arriou o capuz revelando enormes orelhas cobertas de percing
s e  brincos ,intensos cabelos vermelhos e olhos verdes como esmeraldas.
-Eu já vi coisas  como você menina.
-Não sou uma coisa e sim uma Elfa.
-Bah! Um monstro só isso.
-Você também é um monstro seu meio humano,ou acha que não conheço seu instinto...
-Já vi que vamos passar a noite brigando e esta frio...
-Espere  oras calma...
Ele ajoelhou-se enfrente ao fogo e com movimentos suaves  de mãos, acendeu...
-Você é bruxa! Zombou ele.
-Sou uma  Elfa de Luz,mas o que você faz aqui parece diferentes dos Caçadores que tem aqui,...
-Cai neste lugar...
Ela franziu o cenho...-Caiu  aqui? Assim do nada ?Começou a rir.
-Muito engraçado  orelhuda... Não sei como vim parar aqui, e você ?
- Fugi de casa e vim pra cá,mas você não caiu aqui algo ou alguém lhe fez atravessar a barreira do tempo...
-Não entendo nada disso.Lembrou de jovem de cabelos negros mas ficou quieto,observando a expressão de dor novamente na face da  Elfa.
-Deixe-me ver seu ferimento.
Ela tirou o manto e mostrou a ele o curativo ,com cuidado ele desfez e assoviou.
-Bela mordida em ... um dragão ?
-Sim ele achou que  finalmente iria me comer...não vai doer não é ? Você sabe o que vai fazer ?
-Sou médico ,ou curandeiro como chamam aqui.
A pequena  Elfa o deixou cuidar da ferida,para sua alegria quase sem dor,observava a habilidade  ,tranqüilidade , na segurança dele .
De repente o bater de asas, foi ouvido perto deles,a jovem olhou apavorada,pegou  o manto e se vestiu cobrindo o rosto com capuz.
-Ele voltou.Disse baixinho e tremula de medo.
 - Ele quem?!
Num piscar de olhos,havia um enorme dragão ,urrando a frente deles SUS olhos  focalizaram a pequena criatura de  manto e capuz.
-Achei você  pequeno doce.
A Elfa   puxou o arco e algumas flechas e se armou.
As gargalhadas do dragão ecoavam pela floresta- Isso não vai me  abater! Atacou  arremeçando-a  contra as arvores com uma patada.
Duran assistia  a  cena  meio atordoado,e  viu que logo a Elfa seria  devorada ,tinha que fazer algo.
-Mas eu vou deter você!
Desembainhou as Katanas  e saltou  sobre a criatura,travando uma batalha mortal,num grito abafado o enorme dragão, caiu abatido, sangue escorria da fronte do curandeiro,que respirava fundo,a pequena Elfa foi até  ele.
-Obrigada ...  você está  ferido...
-Estou bem...como você esta?
-Bem... Estava tremula e gelada.
Limpou a lâmina do sangue  fervente.
-Temos de sair daqui... logo estarão aqui...
-Pois deixe-os vir...
-Não! Eu  vou levar você pra outro lugar.
A pequena  Elfa, foi na sua mochila e pegou uma pedra  negra.
-Não quero  que nada lhe aconteça... eles são muitos e somos só dois.
-Logo a minha guarnição estará aqui...
-Humano teimoso.
Segurou a  mão dele e jogou a pedra no fogo.
Numa enorme explosão,Duran caiu na floresta de sua antiga  cidade,olhou pasmo para a  elfa.
-Eu vim pra casa...
-Fico feliz que acertei mas não é só isso.
Ele sentiu uma enorme dor  no braço e observou uma cicatriz ali.
-Você ganhou o poder de viajar no tempo agora.
-Como assim?!
-Eu é você pode viajar entre o passado e o  presente , o futuro vc faz ...
-Como você fez isso ?
-Eu tinha uma pedra de teletransporte,entre o passado e o presente ,acha que cheguei lá como ? eu renasci aqui...
-Mas e você ? Não vai mais viajar no tempo?
-Não preciso disso,não quero mais, já tive muito por ai,mas você tem uma missão, tem o Dom...precisa disso.
 Duran sorriu sacudindo a cabeça que sim.
-O que você vai fazer agora ?
-Voltar pra casa...Sorriu a Elfa.
-Estás bem?
- Sim estou obrigada por me proteger,você é mesmo diferente dos humanos que conheci,venha comigo, vou guiar você até a saída da floresta .
Pararam a entrada da  floresta.
- Daqui  você saberá ir...-
-Obrigado.
-De nada senhor caçador,agora é contigo,aprenda a ir e voltar é fácil para ti concentre-se e toque a marca.
-Você vai mesmo  ficar Bem ?
A jovem tirou um dos brincos de diamante  e deu a ele – Sim estarei, não se preocupe.
Beijou-lhe a face,e sumiu ao som de uma flauta.
-Como você fez isso ?! Perguntou ele alto.
-Simples!!! Eu viajo  num raio de sol...fique Bem senhor Caçador .
-Eu vou ficar...
-Olha eu volto pra buscar o brinco em ...
Ele começou a rir e saiu da floresta pegando  a trilha da cidade.
Ao olhar seu relógio  levou outro susto ao ver que marcava  5:30 da manha de Sábado.

O Retorno da Elfa

Minhas Lembranças:

Todos os dias a jovem Lucy Darkfury, saia cedo de sua moradia na bela floresta em que retornara a sua existência e sentava ao sol da manha ,para ser revigorada pela luz aconchegante,se espreguiçava longamente, sacudindo os cabelos de um vermelho intenso ,como sangue ,após esse ritual matinal ela pegava sua flauta e e corria até o velho carvalho a arvore mais alta da floresta e e sentava sem seus galhos, e ali passava hora tocando e imaginando o que havia lá fora além das arvores flores e sons do bosque...Ainda era muito jovem para que todas suas lembranças passadas estivessem de volta a sua memória .
Há muito já não comentava com os habitantes de sua aldeia, seus sonhos de correr o mundo , de ter novos conhecimentos,então decidira-se a aprender a se defender e passará a treinar sempre com a bela adaga que ganharam num dos seus ciclos para a vida adulta ,mas mesmo assim estava triste e abalada querendo conhecer o mundo e assim foi feito.
Mesmo sabendo quê seu Rei não aprovava suas andanças pelo mundo sozinha mas arrumou seu alforje de previsões e partiu sem dizer adeus a ninguém de sua aldeia. Ao chegar na entrada da floresta temeu se perder na vastidão do mundo lá fora e colheu uma gota de orvalho,uma pedra e uma flor guardando tudo em sua algibeira pois sabia que com esses 3 elementos ela saberia voltar para casa, a principio sempre protegida pela capa e o capuz negro temendo que outras criaturas fosse agressivas consigo ,mas descobriu uma imensidão de tribos ,seres e costumes diferentes,conheceu amigos e mores ,inimigos e desafetos.
A cada dia era uma nova lição,novos aprendizados, aprenderá a lutar e cavalgar, e de sempre arredia e arisca, se tornara doce e meiga, via-se ali sempre entre as criaturas da noite como os vampiros e do dia os Lycans e Dragões , de primeiro passava muito tempo escondendo suas orelhas sob o capuz do manto negro, mas até isso passou a ser natural estar sem ele e andava tranquilamente por todo lado.
Mas nem tudo era fácil e belo,pois sua raça era guerreira e não engolia desaforos , o chamado da floresta era forte em suas veias, teve duelos e combates, ferindo e ferida, até que um dia o amor bateu a sua porta ,mesmo com medo ,ela aceitou e passou a viver mais aquela experiência que lhe era mostrada,as vezes lembranças fortes de casa vinham a sua mente ,mas então outra aventura ocorria e mais uma vez a volta pro lar era adiada.
E aos poucos perdendo o medo de ser tocada entregou-se ao amor de corpo e alma, e num belo dia ,percebe que em seu ventre trazia uma nova vida, foi com o maior espanto que teve essa certeza trazia uma dentro se uma cria do seu par, correu até ele e lhe disse tudo e ele também ficará feliz e honrado e ambos passaram a cuidar um do outro...
Estava bela e viçosa de alegria, seus cabelos rubros reluziam sem igual seus olhos verdes esmeralda brilhavam apaixonados e sua pele bronzeada parecia um pêssego aveludado,passava seus dias assim amando e era amada cuidando da cria em seu ventre.
Até durante uma grande tempestade, a jovem Elfa da Floresta,e abandonada, e fica alis em compreender, o que estava se passando, seu par já não era mais dela havia sumido,deixando-a sozinha com a cria em seu ventre.
E num ato de puro desespero a jovem Elfa entrega-se a Dama Negra,e espera seu fim chegar, sabendo que nem mesmo ferida morreria só iria desencarnar então deixou a grande tristeza invadir seu ser ,já não tinha mais desejo de nada queria apenas que seus fins chegassem logo numa tristeza profunda e solidão sem fim,a dor já aparecia na sua pele sem o viçoso brilho, nos cabelos opacos e os olhos sem vida e entra em traze o corpo cansado frágil e debilitado repousara, ao retornar de seu descanso, descobre a Grande Mãe levara a cria que estava em seu ventre, as lagrimas de dor quase enloqueceram a jovem Elfa, de repente uma voz doce lhe acalma e mesmo sem saber de onde vem lhe explica:
“- Não chore mais filha das florestas foi para o seu bem ,assim você poderia recomeçar...”.
Lucy , respira fundo e se ergue da relva perfumada e macia , uma nova criatura, mais sábia, madura e experiente...
Conheceram quase tudo de bom e ruim do mundo, fizera bons amigos por toda parte,mas era o momento que todo Elfo conhece o lar chama de volta,mesmo ferida,quieta mais observadora de antes e arredia decide voltar para casa.
Veste sua melhor roupa,e pega peque algibeira com seus tesouros de casa e e a vira em sua mão em concha e e recita um antigo e secreto encantado que num piscar de olhos viajando no raio de sol de vê a entrada da floresta,não contem as lágrimas estava em casa apos tantos dias longe...
E fica ali o dia todo, sem saber se entrava ou não e seu ser se agita pois o Rei dos Elfos estava presente e reunindo toda coragem do seu ser vai até ele e e cai de joelhos a sua frente.
-Senhor perdoe-me, fugi para conhecer o mundo lá fora ,mas estou aqui de volta... meu lar me chamou e eu não me neguei a atender.
Extremante generoso e carinhoso ele sorrir:
“-Seja bem vinda Lucy nossa Elfinha fujona”
Lucy sorri aliviada, seca suas lagrimas,olhando sua raça,rostos novos e velhos ,sorrindo vindo recebe-la de braços abertos , a dor fora tanta que sabia ter perdido algumas memórias e teria de aprender tudo de novo,mas já não importava o que a deixava viva e bela novamente era saber e ouvir:
A boa filha a floresta retorna.


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Hellayne Treherah A Draenei

Não lembro ao certo quando nasci,mas sei que ainda em foi Draenor  antes daquele terrivel ataque da legião Ardente ,sempre fui treinada com Priest desque meu Dom Fluiu,meus pais foram mortos antes que conseguisse chegar a nave, mas eu tive a sorte ,pois fomos separados quando eu era jovem mas não tão criança ao ponto de não ter saudades do meu País, Conclui meus estudos com uma  velha mestra,sempre fui tranquila o que não quer dizer covarde, me lembro de em muitos momentos chorar de dor, frio e fome, devido o meu treinamento,escolhi essa vida,procurando ser o mais dedicada possível, cuidando e curando os meus, mesmo quando ferida em batalha.
Quando terminei meus estudos  fui levada a Exodar ,para testar meus conhecimentos e ali fiquei,ouvindo muitas historias de como minha raça e família fora dizimada pelos Orcs,
Me pergunto porque eu não lembro de tudo,já tinha idade para recordar... Mas as vezes quando me obrigo a recordar só me vem o vazio , um branco sem fim e deixo para lá,voltando-me para  o que é importante...
Aqui em Exodar  casei-me com um paladino  chamado Neÿzin,nossa historia foi um encontro engraçado e  complicado ao mesmo tempo...
 Lembro-me de estar colhendo ervas para  fazer meus pigmentos,quando fui atacada por  uma patrulha da Horda,até então não  conhecia mesmo os orcs nem trolls ou que sejam...
Nunca achei que eles poderiam chegar até tão longe nas margens da ilha lazuli,apenas senti quando algo zuniu e acertou na cabeça,naquele momento cai meio dentro da água meio  fora,estava confusa e sangrando,mas as vozes encheram o lugar, com timbres agressivos e risadas de triunfos,ergueram-me pelos cabelos,e agrilhoaram minhas mãos,temi profundamente ser levada a outro lugar...
Naquele momento  o que vi me fez abaixar e tentar invocar minhas magias para quebrar  as correntes, um escudo havia passado  acertando os meus  seqüestradores,deixando uns desacordados e outros  tontos.
Soltei  as mãos ao erguer-me  vi  ele ali  de pé lutando contra a parte da patrulha que não tinha sido atingida pelo escudo,era um Draenor, alto ,grande , de cor pálida com os cabelos claros amarrados por uma fita de couro, sua armadura reluzia a luz do sol poente.
Se eu fosse uma daquelas pequenas draeneneias romanticas s teria gritado e feito festa ,e suspirado pelo destemido paladino que estava ali me salvando.
Mas eu era uma  Priest  forte,treinada e  corajosa,imediatamente me uni a ele na batalha fazendo o que eu sei de melhor, que é a arte da cura.
A batalha foi intensa e conseguimos escapar,eu estava super cansada,nos afastamos  o Maximo que podemos, naquela noite , as lágrimas escorriam pela minha face mas não queria pedir para parar...
Até que ele mesmo parou ,olhando envolta , o  vi catar  lenha e acender uma foqueira,olhou-me docemente:
-Venha...sente-se aqui perto,sei que estas cansada...
O fiz calada,não queria aproximação,não queria aparentar uma boboca , encantada pelo salvamento.
-Será que amanha  estaremos em Exodar ...Olhei as estrelas, era a  primeira vez que passava a noite longe da cidade.
-Sim amanha estaremos em casa...
Mesmo a luz da fogueira observei que o braço dele estava pingando sangue,o paladino estava ferido por minha culpa, fui até onde ele encontrava-se sentado e ajoelhe-me a sua frente.
-Deixem-me ver seu ferimento...Pedi baixinho...
-Não precisa...Disse sem importância, dando de ombros.
Mesmo assim peguei o braço dele e fechei os olhos , invocando meu Dom até que seu ferimento estivesse quase cicatrizado...
Olhei-o com desalento –desculpe-me estou muito cansada,não consigo fazer melhor ....
Ele sorriu iluminado todo seu rosto cansado...-Esta ótimo...
-Obrigada... Disse baixinho sentindo meu rosto corar.-Meu nome é Driellÿ eu o seu?
-Neÿzin... Chefe da Guarda  que  Protege a cidade.
Sorri Baixinho -Sou curadora de Exodar.
-Bom eu  bato e você me cura  uma dupla perfeita... Brincou.
 Mal sabia ele  que  aquela amizade renderia uma bela união...
 E assim foi  muito tempo,naquela época eu poderia dizer que era feliz, sim  era Feliz, amada e protegida. Até aquela data  em que perdi meu mundo, meu sorriso e meu amor.
Não gosto de lembrar,mas dentro do meu coração sempre terá essa ferida aberta e pulgente e em meus lábios o amargo sabor da vingança,é muito facil se falar de vingança mas mesmo  sabendo ela não leva a nada está la no fundo do meu ser, pulsando e me fazendo odiar cada Orc de azeroth.
Meu grande amor teve sua vida tirada numa invasão a exodar, como se aqueles malditos verdes e burros fosse conseguir a vitoria algum dia, Neÿzin lutou bravamente para proteger Velen, nosso amado profeta, por mais forte que meu escudo é ,não segurou a ponta da lança  que lhe transpassou a armadura, certamente  embedida em  magia negra.
Nada que eu faça,nada que eu trente fazer,poderá apagar da minha mente e do ser a dor que senti ao ver seu sangue em minhas mãos, nas minhas vestes, mas ainda guardo seu imenso e belo sorriso, nada mais teve vida para mim , lembro-me do som dela zunindo e do impacto.
Todo meu ser pareceu  parar  naquele momento que ele foi  atingido pela lança,sendo  envolvido em um globo negro que fez com seu corpo sumisse, daquele lugar, deixando apenas sua armadura intacta, pelos meus estudos e dos mais antigos e sabios , sua alma e seu corpo estão em algum lugar protegido onde não posso ir , mas talvez quem sabe,ele um dia poderá retornar ...



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Memórias

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Se algum dia tiver alguma historia a contar, pegue tinta,pena e papel,deixe sua alma falar através das folhas e após isso as jogue ao sabor do vento. Somente assim sua historia será lembrada por séculos ....